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CPI da Exploração Sexual conta com disque denúncia

CPI da Exploração Sexual conta com disque denúncia A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes passa a contar com um disque denúncia. A partir de agora, o número 0800 619 619 servirá para que as pessoas possam encaminhar denúncias relacionadas ao tema. “Trata-se de um instrumento muito importante e [...]

15ª Missa em Memória de Ives Ota

Em 29/08/1997, Ives Yossiaki Ota, 8 anos, foi sequestrado por três homens em sua própria casa, na Vila Carrão, Zona Leste de São Paulo, onde brincava, na sala, com seu primo, sob os cuidados da babá. Porém, já estaria morto na madrugada do dia seguinte ao sequestro com dois tiros no rosto por ter reconhecido um [...]

CPI da Exploração Sexual conta com disque denúncia

CPI da Exploração Sexual conta com disque denúncia

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes passa a contar com um disque denúncia.

A partir de agora, o número 0800 619 619 servirá para que as pessoas possam encaminhar denúncias relacionadas ao tema.

“Trata-se de um instrumento muito importante e que, com certeza, vai nos auxiliar nos trabalhos que temos desenvolvido na comissão. Ao disponibilizarmos essa linha telefônica, a sociedade poderá falar diretamente conosco, inclusive denunciando casos de exploração sexual que devem ser investigados”, afirma a deputada federal Keiko Ota (PSB-SP), que integra a CPI.

15ª Missa em Memória de Ives Ota

Em 29/08/1997, Ives Yossiaki Ota, 8 anos, foi sequestrado por três homens em sua própria casa, na Vila Carrão, Zona Leste de São Paulo, onde brincava, na sala, com seu primo, sob os cuidados da babá.

Porém, já estaria morto na madrugada do dia seguinte ao sequestro com dois tiros no rosto por ter reconhecido um de seus sequestradores. Os sequestradores faziam a segurança nas lojas de seu pai, sendo que dois deles eram Policiais Militares.

O juiz da 17º Vara Criminal de São Paulo, José Luiz de Carvalho, condenou em 02/06/1998 o motoboy e os dois PMs acusados de envolvimento no sequestro e na morte do garoto Ives Ota, 8, no dia 29 de agosto de 1997, a penas entre 43 e 45 anos de prisão. Dia 02/06/1998, Ives completaria 9 anos.

O “Movimento da Paz e Justiça Ives Ota”, fundado em setembro de 1997, é uma ONG sem sectarismo religioso, cujo objetivo é estender-se a todos os interessados, numa sociedade pacífica, onde cada um se conscientize de que, somente através do perdão, a verdadeira paz se instalará na sua vida.

Em entrevista a Revista Veja, em 05/09/2001, o Sr. Massataka Ota, pai de Ives Ota, afirmou: “Acho que perdoar não é dizer: soltem os assassinos de meu filho. Perdoar é tirar o ódio de dentro de você. É não querer mais o mal da pessoa que fez o mal para você”.

Após o seqüestro e assassinato do garoto Ives Ota, o Sr. Masataka Ota, pai da vítima, começou uma caminhada pelo Brasil, a fim de coletar assinaturas para aprovação da lei pela prisão perpétua agrícola, conseguindo mais de 2 milhões de assinaturas, as quais, em 13/05/1999, foram entregues ao Congresso Nacional. O Movimento teve impacto nacional na conscientização das pessoas em busca pela Paz.

Em dezembro do ano 2000, graças a todos que assinaram as listas para implantar a prisão agrícola, o Tenente Coronel Comandante do presídio militar Romão Gomes, iniciou o trabalho da prisão agrícola. Acreditam que “o homem com a mente desocupada não recupera e em contato com a natureza eles podem encontrar a sua verdadeira luz que é Divina”, pois “(…) se cada um fizer a sua parte podemos contribuir para a diminuição da violência.”

Hoje, a família Ota tem como objetivo filantrópico através do “Movimento Paz e Justiça Ives Ota”, contribuir com os menos favorecidos materialmente e espiritualmente e dar apoio às famílias vitimas da violência. 

Site Oficial: Instituto Ives Ota

Programa TEN 26 Quadro – Especial Mães – Deputada Keiko Ota

Mães ensinam a superar dor pela perda de seus filhos

Parentes de Isabella Nardoni, Mércia Nakashima, Eloá Pimentel, Bianca Consoli e grupo de mães do massacre de Realengo (RJ) participam de encontro gratuito, nesta sexta (11/5), que visa auxiliar mulheres vítimas de violência a retomar suas vidas

Janete Nakashima, mãe de Mércia Nakashima (advogada de 28 anos supostamente assassinada pelo ex-namorado); Ana Cristina Pimentel, mãe de Eloá Pimentel (estudante de 15 anos morta pelo ex-namorado); Marta Consoli, mãe de Bianca Consoli (universitária de 19 anos assassinada dentro da própria casa supostamente pelo cunhado); e os avós de Isabella Nardoni (morta aos cinco anos pelo pai e a madrasta) vão relatar suas experiências no encontro “Mães Sábias na Terra, Filhos Felizes no Céu”. Estarão presentes também nove mães que tiveram seus filhos assassinados, em 2011, no massacre ocorrido em uma escola municipal em Realengo, no Rio de Janeiro.

A finalidade é proporcionar um Dia das Mães melhor para as mulheres que perderam seus filhos em decorrência da violência. A iniciativa, promovida pela União em Defesa das Vítimas de Violência (UDVV), é gratuita e aberta à população. A previsão é que a ação deva reunir cerca de 600 pessoas nesta sexta-feira (11/5), às 19h, no Espaço GB, na zona leste da capital paulista. Além de relatos de mães a respeito da maneira como elas têm convivido e superado a tragédia ocorrida, estão previstas palestras com especialistas e uma homenagem às famílias presentes.

“Trata-se de um encontro que organizamos tradicionalmente há 13 anos. É uma maneira de auxiliarmos as mães que perderam seus filhos a superarem a dor e o sofrimento ocasionados por tal situação e a passarem um Dia das Mães melhor. Nesse sentido, os relatos que ocorrem são importantes para mostrar às mulheres e famílias a necessidade de resgatar a autoestima e continuar firmes na busca por uma sociedade em que a justiça, a paz e os direitos humanos façam parte do nosso dia a dia”, explica Keiko Ota, coordenadora da UDVV.

Ela é mãe de Ives Ota, que foi brutalmente assassinado aos oito anos. Após esse episódio, passou a militar junto aos movimentos de justiça e paz. Entre outras atividades, promove palestras em que aborda a necessidade do perdão e da superação como forma de combater todo tipo de violência. “Foi justamente a partir do momento em que perdoei o assassino do meu filho que eu consegui superar o ódio que havia em mim. Desde então, retomei minha vida, sempre pensando nas coisas boas que aprendi com o Ives, e passei a lutar por justiça para todas as vítimas de violência”, diz.

Atualmente, Keiko Ota é deputada federal (PSB-SP). No Congresso Nacional, preside a Frente Parlamentar Mista em Defesa das Vítimas de Violência e é vice-presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher. Devido aos trabalhos desenvolvidos na Frente Parlamentar, participa das discussões realizadas pela comissão de juristas que analisa proposta de reforma do Código Penal.

Fonte: Midiacon News

Mães Sábias na Terra, Filhos Felizes no Céu

Movimento Ives Ota realiza todos os anos, no mês de maio, o evento Mães Sábias na Terra, Filhos Felizes no Céu   

Esse evento reúne várias mãezinhas, de diversos estados, que se juntam nesse dia para prestarem uma homenagem aos filhos que partiram.

É um momento onde podemos sentir a presença de anjos, um momento de carinho e conforto para essas mãezinhas que podem trocar experiências, prestar uma homenagem aos filhos que partiram precocemente e na grande maioria das vezes, vítimas da violência.

Apesar de ser um evento destinado as mãezinhas unidas pela dor é aberto ao público e o Movimento Ives Ota convida todas as mães, avós, tias, madrinhas, que têm dentro de si um pouco de mãe, para participarem e prestarem também uma homenagem e solidariedade a essas mães especiais, que foram escolhidas por Deus para gerarem anjos.

O evento Mães Sábias na Terra, Filhos Felizes no Céu é realizado num espaço amplo e agradável, com música e será oferecido aos convidados um saboroso jantar.

Contamos com a presença de todos

Venha prestigiar o evento, traga sua mãezinha, avó, tia, madrinha e estenda a elas essa linda homenagem.

ENTRADA GRATUITA

Data: 11/05 (sexta-feira)
Horário: 19:00h
Local: Espaço GB

Praça Nossa Senhora das Vitórias, 89 (altura do nº 1.200 da Av. Eduardo Cotching) – Vila Formosa – São Paulo/ SP.
               

APOIO:

UDVV (União em Defesa das Vítimas de Violência)

Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga a violência contra a mulher

    CPMI ouve nesta quinta-feira ministrada SPM e gestoras estaduais

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga a violência contra a mulher realiza, nesta quinta-feira (26/4), a partir das 9h, audiência pública, em Brasília, para ouvir a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) da Presidência da República, Eleonora Menicucci e gestoras estaduais do Pacto pelo Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Na sexta-feira, dia 27 de abril, a CPMI estará em Minas Gerais.

O tema da audiência desta quinta-feira, em Brasília, é “Avaliação do Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres”. A audiência pública vai acontecer na sala 19 da ala Alexandre Costa no Senado Federal.

Esta é a 11ª reunião da CPMI que tem como relatora a senadora Ana Rita (PT-ES), presidenta a deputada federal Jô Moraes (PCdoB-MG) e vice-presidente Keiko Ota (PSB-SP)

Minas Gerais – Na sexta-feira, dia 27 de abril, a CPMI faz audiência pública, a partir das 14h, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

Essa é a segunda ida do colegiado a estados brasileiros. No último dia 16, a Comissão esteve, em Recife, no Estado de Pernambuco.

A CPMI foi criada com a finalidade de investigar a situação da violência contra a mulher no Brasil e apurar denúncias de omissão por parte do poder público com relação à aplicação de instrumentos instituídos em lei para proteger as mulheres em situação de violência.

Rio Grande do Sul terá Frente Parlamentar para auxiliar vítimas de violência

A luta contra a impunidade no país ganha mais força. A partir do dia 8 de maio, o Rio Grande do Sul passa a contar com a Frente Parlamentar em Defesa às Vítimas de Violência. A coordenação local da iniciativa será da deputada estadual Zilá Breitenbach, que é vice-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.

O lançamento oficial ocorrerá às 11h, no Salão Júlio de Castilhos, no Palácio Farroupilha, sede da Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. A ação tem apoio da ONG Brasil Sem Grades.

“Os movimentos, ONGs, entidades, famílias e pessoas vítimas de violência passam a ter um importante instrumento para lutar por políticas públicas e ações que visem combater, efetivamente, toda forma de injustiça e violência no Rio Grande do Sul”, afirma a deputada federal Keiko Ota (PSB-SP).

Ela preside, no Congresso Nacional, a Frente Parlamentar Mista em Defesa das Vítimas de Violência e é responsável por articular a criação da Frente nos estados brasileiros. Com esse lançamento, o Rio Grande do Sul se junta a São Paulo e Mato Grosso, que já contam com a iniciativa.

Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa das Vítima de Violência do RS

Data: 8 de maio
Horário: 11 horas
Local: Salão Júlio de Castilhos na própria Assembleia Legislativa, em Porto Alegre.

Dando sequencia ao trabalho idealizado e iniciado pela Deputada Federal Keiko Ota agora é a vez do Rio Grande do Sul lançar a Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas de Violência.A Frente Parlamentar foi lançada em agosto de 2011 no Distrito Federal e contou com a participação de dezenas de familiares de vítimas, ativistas e movimentos que lutam por Paz e Justiça.

O Rio Grande do Sul é o terceiro Estado a lançar a “Frente Estadual em Defesa das Vítimas de Violência“. Já foi lançada em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Está previsto ser o Rio de Janeiro o próximo estado a lançar a Frente Parlamentar.

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul lançará a Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas da Violência, unindo deputados de todos os partidos. O lançamento será no dia 8 de maio, às 11 horas, no salão Júlio de Castilhos na própria Assembleia Legislativa, em Porto Alegre.

Coloque a camiseta de seu ente querido. Compareça. Vamos pressionar os Legislativos de todo Brasil a criar políticas públicas que auxiliem as vítimas da criminalidade. A Ong Brasil Sem Grades agradece.

Nossa luta busca:

• Auxílio financeiro para as vítimas da violência – não raras são as famílias que passam a enfrentar dificuldades financeiras em função da instabilidade emocional provocada pela violência sofrida;

• Revisão do Código Penal, assegurando que as penas fixadas pelos tribunais do júri e juízes singulares sejam realmente cumpridas, garantindo que efetivamente se promova a justiça e se ponha fim à impunidade;

• Aprovar lei que regulamente o artigo 245 da Constituição Federal, definindo e assegurando os direitos das vítimas de violência

• Apresentar medidas concretas que contribuam para a retirada do Brasil do topo do ranking mundial de homicídios

• No âmbito das políticas públicas, estimular a criação de secretarias de atendimento multidisciplinar apoio às vítimas de violência – em nível nacional e estadual –, bem como de frentes parlamentares semelhantes, nas assembléias estaduais.

Exigimos que os direitos humanos das vítimas de violência sejam reconhecidos e colocados em prática e respeitados, como caminho para se resgatar e reconhecer o direito à vida em nosso país.

Os danos causados ao Brasil pelos altos índices da violência, agravados pela morosidade da Justiça e a falta de apoio do Estado e dos governos municipais, estaduais e federal aos familiares de vítimas de violência se estendem de forma inaceitável à dignidade do país, abalando e comprometendo o seu crescimento e a sua vocação de grande Nação.

Por isso, temos a certeza de contar com a sensibilidade e o apoio de toda a sociedade para fortalecer nossa luta.

FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DAS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA

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Mato Grosso passa a contar, a partir desta segunda-feira (9/4), com a Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas de Violência. A iniciativa, promovida pela deputada federal Keiko Ota (PSB-SP), tem como objetivo unir poder público, movimentos sociais, ONGs, entidades e a sociedade matogrossense para lutar contra as injustiças praticadas e auxiliar as pessoas que tenham sofrido algum tipo de violência.

O lançamento ocorre às 14 horas, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso. Entre as propostas da Frente estão a obtenção de auxílio financeiro às vítimas de violência, a aprovação do artigo 245 da Constituição Federal voltada a garantir os direitos dessas pessoas e a criação de secretarias locais e nacional de atendimento multidisciplinar para esse público. Além de Mato Grosso, a medida já vigora no Distrito Federal e no Estado de São Paulo.

Outra ação defendida pela Frente é o apoio e a participação nas discussões sobre a reforma do Código Penal, que têm sido feitas por uma comissão de 16 juristas instituída pelo Senado no final de 2011. O grupo deve apresentar em maio um anteprojeto que visa ajustar essa legislação aos dias atuais.
 
“A Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas de Violência pretende garantir justiça a quem, de fato, precisa de justiça. Como mãe, que tive meu filho brutalmente assassinado, sei exatamente o que representa a dor das pessoas que perderam seus parentes, amigos ou conhecidos. Tenho noção da dificuldade que é lutar por justiça nesses casos. Daí que a nossa luta não é por vingança. Queremos, isso sim, direitos humanos para todos. Por isso, é importante unirmos os movimentos sociais, ONGs e o poder público para juntos termos mais forças para lutarmos por políticas públicas e ações de combate efetivo à violência”, afirma Keiko Ota.

A deputada, que teve o filho Ives Ota, de oito anos, sequestrado e assassinado em 1997, coordena o movimento União em Defesa das Vítimas de Violência (UDVV). Ela é responsável por articular o lançamento da Frente nos estados. Em Mato Grosso, a ação é apoiada por uma comissão suprapartidária de deputados estaduais.
A iniciativa tem sido discutida também junto aos estados do Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná.
 
Para mais informações sobre a Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas de Violência, basta acessar o site da UDVV (www.udvv.com.br) ou enviar mensagem para o e-mail contato@vitimasdeviolencia.com.br

Fonte:  O Documento


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CARTA ABERTA À POPULAÇÃO

Instalação de Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas de Violência em Cuiabá

Deputada Federal de SP participa em Cuiabá de Instalação de Frente Parlamentar

A deputada federal de São Paulo, Keiko Ota, fundadora da União em Defesa das Vítimas de Violência virá a Cuiabá na próxima segunda-feira, dia 09/04, para a Instalação da Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas de Violência no Estado de Mato Grosso, às 14h30min.

A instalação acontecerá durante a I Reunião Ordinária de 2012, da Comissão de Direitos Humanos Cidadania e Amparo a Criança, ao Adolescente e ao Idoso, presidida pelo deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR).

O encontro acontecerá na sala de Reunião das Comissões da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso.

Keiko foi leita deputada 13 anos após o assassinato brutal de seu filho, Ives Ota.

A deputada defende na Câmara Federal que a pena máxima para crimes hediondos passe de 30 para 100 anos de prisão

O que: Instalação da Frente Parlamentar em Defesa das Famílias Vítimas de Violência no Estado Mato Grosso
Quando: SEGUNDA-FEIRA (09-04-2012)
Horário: 14h30min
Onde: Sala de Reunião das Comissões – Assembleia Legislativa