Cultura da Paz e Flexibilização da Voz do Brasil são destaques na pauta da Câmara dos Deputados

Como presidente da Comissão da Cultura da Paz, a deputada Keiko Ota, defendeu leis mais duras para coibir a violência, mas ressalva a necessidade de promover políticas, como prevenção, para ensinar às crianças e jovens a cultura da paz nas escolas

Na última quarta-feira (14), aconteceu mais uma Audiência Pública, na Câmara dos Deputados, que tratou da Cultura da Paz nas Escolas. Também, no Plenário Ulisses Guimarães, foi aprovada a permissão para rádios transmitirem a Voz do Brasil entre 19h e 22h, quando ela foi favorável a essa adequação.

“É fato que em regiões extremas do País, a Voz do Brasil é o único veículo de comunicação que leva a notícia ao maior número de pessoas e estas estão habituadas com seu horário – em Brasília, 19 horas. Mas existem a geração website que tem a notícia em tempo real, 24h por dia e querem ter o direito de ouvir outras ondas do rádio. E o resultado dessa votação permite o direito de escolha,” defende a deputada.

A presidente da Comissão da Cultura da Paz, a deputada federal Keiko Ota (PSB-SP), abriu os trabalhos da Audiência Pública reafirmando que esse tema é de extrema importância para empoderar as crianças e, consequentemente, ajudar na recuperação social do País, que passa por uma fase de desamor, falta de respeito e sem esperança.

“Acredito que se cuidarmos da educação das nossas crianças e jovens, aplicando a cultura da paz, contribuiremos na formação do caráter dessa geração e transformaremos o Brasil em um país de pessoas boas” destaca a parlamentar.

Keiko ainda ressaltou que no Brasil 83% dos crimes cometidos são por motivos fúteis que poderiam ser evitados.

“Podemos debater o tema com pessoas dentro do universo escolar e que convive com os problemas sociais de suas comunidades. Fazendo assim, nossa parte para diminuir a violência.”

Participaram do debate professores e diretores de escolas públicas e estaduais do estado de São Paulo, que trouxeram suas experiências com os alunos, antes durante e após a implementação do projeto Cultura de Paz.

“É unanime afirmar que o País precisa de leis mais duras para coibir a violência, mas devemos pensar em políticas de prevenção para ensinar às crianças e jovens a cultura da paz nas escolas,” conclui.

Acesse aqui a integra da Audiência pública

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