Justiça! Fim da impunidade para Guilherme Longo

A deputada federal Keiko Ota acompanhou o caso desde 2013. Padrasto do menino Joaquim havia sido indiciado por homicídio triplamente qualificado.

Pelo Fim da Impunidade - A deputada federal Keiko Ota acompanhou o caso desde 2013Autoridades internacionais extraditaram Guilherme Longo, principal suspeito na morte do menino Joaquim Ponte Marques. Longo chegou ao Brasil no último dia 20 de janeiro e encontra-se preso em Tremembé(SP).

A deputada federal Keiko Ota acompanhou o caso desde 2013, época do falecimento de Joaquim. Ota solicitou o apoio dos representantes do Ministério Público de São Paulo e do secretário adjunto da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, Dr. Sergio Turra. “Pedi empenho nas buscas por Guilherme Longo, que já tinha fugido do Brasil”, explica.

Guilherme Longo era padrasto de Joaquim estava foragido desde setembro de 2016. O padrasto de Joaquim não podia se afastar do endereço depois das 22h, nem aos finais de semana, sem autorização. Longo, que é suspeito de ter matado Joaquim com uma dose alta de insulina, foi encontrado foragido em Barcelona, na Espanha.

A deputada federal Keiko Ota parabenizou as autoridades e ao Ministério Público pelo empenho deste caso. “E que a justiça prevaleça”, conclui.